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Há mais de dez anos universidades federais, institutos de pesquisa, indústrias e inventores independentes confiam suas invenções à Atman. Cuidamos de patentes e do registro da sua marca no INPI, do primeiro pedido à carta-patente, sempre com quem entende a tecnologia e o negócio que está protegendo.
Escolha a que mais se parece com o seu caso. O botão abre uma conversa no WhatsApp já explicando o seu contexto, para você não precisar escrever nada.
Somos responsáveis pela gestão das patentes de universidades e institutos federais, ao lado de empresas de base tecnológica e de inventores independentes. São clientes que acompanham cada documento de perto, e é para esse nível de exigência que trabalhamos.
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Artigos curtos que explicam patentes, marcas, software e inovação em linguagem simples, para você entender o que proteger e quando.
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O INPI não protege a sua ideia: protege o documento que você entrega. Esta página mostra como escrevemos esse documento, quem escreve, o caminho completo do pedido e o que fazemos quando o parecer vem contrário.
O INPI concede proteção ao texto depositado, e não à ideia em si. Um relatório descritivo incompleto não pode ser corrigido depois: nada que não esteja descrito no depósito pode ser reivindicado mais tarde. É a única etapa do processo sem volta.
O relatório precisa permitir que um técnico no assunto reproduza a invenção. Se falta uma faixa de valores, uma variação construtiva ou um exemplo, aquele território fica fora da proteção para sempre.
As reivindicações definem exatamente o que o titular pode impedir. Reivindicação independente ampla para cobrir o conceito, dependentes escalonadas para sustentar o pedido caso a primeira caia no exame.
Todo termo reivindicado tem base literal no relatório. É isso que sustenta a resposta a exigências sem precisar restringir o escopo às pressas para salvar o pedido.
A mesma invenção redigida de três formas gera três níveis de proteção. Percorra as áreas técnicas e veja o que cada escolha custa.
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Formação técnica e prática continuada em propriedade industrial, com repertório construído em centenas de pedidos de áreas diferentes.
Antes de escrever, o problema técnico é reconstruído com quem inventou: o efeito buscado, as variações possíveis e o que de fato diferencia a solução do que já existe.
Trabalhamos dentro de projetos de pesquisa e desenvolvimento, ao lado de laboratórios e NITs. Conhecemos a trajetória completa: da bancada ao escalonamento, do relatório de pesquisa ao pedido depositado.
O mesmo profissional que redige o pedido responde às exigências anos depois. Nada se perde entre depósito, exame e concessão porque não há troca de mãos no meio do caminho.
Quem acompanha P&D de perto sabe onde a proteção costuma falhar: resultados publicados antes do depósito, escopo redigido a partir de um único experimento, titularidade mal definida entre instituição e empresa parceira. Esses pontos são tratados antes de virarem perda de direito.
O caminho é longo e tem prazos que não voltam atrás. Acompanhamos cada etapa e avisamos você antes de cada uma.
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O exame comum no INPI leva de cinco a oito anos. Existem modalidades de exame prioritário que retiram o pedido dessa fila e permitem concluir o exame técnico em cerca de doze meses. Verificamos o enquadramento antes do depósito, porque a prioridade se sustenta na redação e na instrução do requerimento.
A proteção por patente é territorial. Quem exporta, licencia ou pretende atrair investimento estrangeiro precisa decidir cedo em quais países vai depositar, e há tratados que permitem adiar essa decisão sem perder a data de prioridade.
O Tratado de Cooperação em Matéria de Patentes permite um único depósito internacional que preserva a data de prioridade em mais de 150 países. Em vez de escolher mercados no primeiro ano, o titular observa a tração do negócio e só depois entra nas fases nacionais.
O Brasil integra o sistema de Madri desde 2019. A partir do registro brasileiro é possível designar dezenas de países em um só pedido, com uma taxa e um idioma, e depois gerir renovações e alterações de forma centralizada.
Pelos acordos de Patent Prosecution Highway, um parecer favorável obtido em escritório parceiro pode acelerar o exame do pedido correspondente no INPI, e vice-versa. É um dos caminhos que encurtam o prazo de concessão no Brasil.
A Convenção de Paris dá ao depositante um ano para reivindicar a mesma data de prioridade no exterior. Passado esse prazo, o próprio pedido brasileiro já publicado passa a ser anterioridade contra a extensão. É o erro internacional mais comum e o mais irreversível.
Um parecer desfavorável não encerra o pedido. A partir da publicação na RPI começa a correr um prazo improrrogável, e é dentro dele que se decide se anos de investimento serão preservados ou perdidos.
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Cada documento apontado pelo examinador é comparado reivindicação por reivindicação. Boa parte das citações não sustenta o que o parecer afirma, e isso se demonstra tecnicamente.
Quando é preciso restringir, a nova redação sai do que já estava no relatório original. Emenda que extrapola o depósito é rejeitada e queima a única chance de ajuste.
Contra o indeferimento, recurso fundamentado à Presidência do INPI. E dizemos com clareza quando não há tese defensável, em vez de vender uma peça que só consome prazo e dinheiro.
Assumimos a defesa de pedidos redigidos por qualquer escritório, inclusive depósitos feitos pelo próprio inventor. Analisamos o parecer, dizemos o que é possível e o que não é, e só então você decide.
Patente, marca, software, exame prioritário, defesa de exigências e proteção no exterior. Clique em um serviço para ver o que está incluído e como conduzimos cada etapa.
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Inventores, pesquisadores e empresas de base tecnológica escolhem a Atman porque encontram leitura técnica da invenção e vivência real de projetos de pesquisa e desenvolvimento.
Reivindicações redigidas considerando a fase de exame e eventual litígio.
Registro conduzido pensando no mercado e no valor da marca.
Tratados internacionais e depósitos diretos nos países onde você vende.
Código-fonte registrado no INPI, com prova de autoria e de data para licenciamento e disputas.
Carimbo de data em registro distribuído para obras, versões e documentos técnicos ainda não depositados.
Prazos, taxas anuais e decisões acompanhados ano a ano.
Artigos técnicos sobre patentes, marcas, software e estratégia de proteção, escritos pela equipe que conduz os processos.
Um envio por mês, só quando há algo relevante para quem tem PI em andamento.
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A Atman é um escritório especializado em propriedade intelectual, com foco em marcas e patentes. Há mais de dez anos universidades federais, institutos de pesquisa, indústrias e inventores independentes nos confiam a proteção das suas invenções, porque unimos formação técnica e domínio do sistema do INPI para entregar uma proteção sólida, estratégica e alinhada ao que cada negócio precisa.
Cada projeto começa por uma entrevista técnica com quem desenvolveu a tecnologia. Só depois definimos a via de proteção, o escopo e a estratégia de países.
Inventores independentes, startups de base tecnológica, indústrias, universidades e institutos federais, com gestão de portfólios inteiros de patentes.
Uma equipe que acompanha o seu ativo do primeiro esboço à carta-patente, com a mesma pessoa responsável em cada etapa e a clareza de saber, a cada passo, o que está protegido e por quê.
Nossa missão é transformar pesquisa e criatividade em ativos
Lemos a invenção como engenheiros e cientistas antes de descrevê-la no pedido.
Dizemos o que é possível, quanto custa e quanto tempo leva, inclusive quando a resposta é não.
Tudo o que você nos conta fica protegido desde o primeiro contato.
Quem começa o seu processo acompanha até o fim, mesmo anos depois.
Cuidamos de portfólios de universidades e institutos federais e acompanhamos empresas de tecnologia, indústria e varejo do primeiro pedido à gestão dos registros.




















































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Esses são bons demais, recomendo muito. O Matheus me atendeu e foi super prestativo, tirou todas as minhas dúvidas.
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